terça-feira, 25 de setembro de 2007

UNIÃO PRECISA-SE


Segundo notícias que circulam em vários jornais, em 2008 as regiões de turismo do minho vão ser extintas e irá ser criada uma só região de turismo para todo o norte, os dirigentes das duas regiões de turismo do minho parece que têm opiniões diferentes, Henrique Moura da (RTVM) defende uma região de turismo para todo o minho, enquanto que Francisco Sampaio da (RTAM) defende que seja criada uma só para todo o norte, ora se o sr. Francisco Sampaio pensa que se a Região de Turismo do Norte (RTN) for a avante os dirigentes vão fazer promoção justa para toda a região do minho acho que está muito enganado, está se a fazer muito centralismo, e isso nunca tem bons resultados como todos podemos ver com os centalismos que já vêm de trás do nossos anteriores governos.

Conclusão dei o titulo á minha mensagem de UNIÃO PRECISA-SE e não foi ao acaso, peço aos dirigentes das Regiões de Turismo do nosso Minho que se unam por uma só região de turismo no minho, para termos mais turistas, mais publicidade do Minho para haver mais conhecimento por parte dos países da europa.

O nosso minho é bonito, é verde, tem muitos museus, palácios, mosteiros, e essencialmente boa gente.

6 comentários:

Pedro Morgado disse...

Caro Sérgio,

Bem vindo à blogosfera. Braga e o Minho precisam de muitos e bons blogues.

Escrevi um longo texto sobre esta matéria. Penso que temos que lutar pela manutenção da marca turistica do Minho!!!

Pedro Menezes Simoes disse...

Embora eu compreenda as preocupações com a constituição de uma Região de Turismo Norte, com funções de promoção interna e externa, bem como de intervenção no território (face às actuais regiões de turismo sem promoção externa), discordo delas por várias razões:

1- O maior problema na promoção externa do turismo portugues é o excesso de marcas, que limita significativamente a eficácia da promoção. Mais marcas = mais confusão = menos turistas para todos.

2- Numa lógica interna, não é pela promoção ser feita pela Região de Turismo A ou B que deixamos de reconhecer que existe uma região Minho.

3- A criação de uma região de turismo do Minho, na lógica do que se supõe virem a ser as competências propostas pelo Governo para as regiões de turismo (promoção interna + externa) resulta numa total falta de escala desta região. O norte actualmente não tem fundos para se promover correctamente na Polónia ou Escandinávia. A RTMinho não passaria de Espanha, se quisesse usar bem o seu dinheiro.

4- A notícia tem um erro evidente: ninguém gasta 100M€ para promover uma região. Seria o Norte a gastar mais que Espanha inteira. Os 100M€ são para intervenção no território. Recordo-me do último programa lançado pelo Governo (Programa de Intervenção do Turismo)). No Minho as entidades "interessadas" protestaram que o dinheiro não lhes estava disponível. Mas está-lhes tão disponível como a qualquer outra região, embora houvesse pequenas bonificações para os chamados "Pólos Turísticos". Provavelmente não será diferente com a CCDRN.

5- A constituição de uma região de turismo do Minho é particularmente injusto para a do Norte. A ADETURN (actualmente responsável pela promoção externa do Norte) tem gasto 1/3 do seu orçamento na atracção de low cost. Certamente que o Minho tem beneficiado com isso. Continuaria a beneficiar, mas sem contribuir.

6- O Minho tem identidade e tem potencial para vir a ter marca própria. Antevejo que Braga se venha a tornar a 3ª cidade de "city break" em Portugal. Só que confundir potencial de longo prazo com potencial de curto prazo é um erro crasso. Braga terá notoriedade quando o Porto for um destino city break consolidado, o que se verificará em 10-15 anos. Até lá, o Minho crescerá por efeito "inclusão" na área turística do Porto. Não vejo o benefício do Minho em ficar fora da rota de 2Milhões de turistas anuais em rápido crescimento. E ao contrário do afirmado, o Porto precisa do Minho para escala em termos de conteúdo. O Norte, sem o Minho, não tem conteúdo para uma semana.

O mesmo se passa em Lisboa. Lisboa promove o Oeste, o Ribatejo/Templários, Sintra,... todos eles teriam conteúdo para ter a sua marca, tal como o Minho. Mais, todos eles querem ter a sua marca. Mas todos eles compreenderam que só têm a ganhar em vender-se como região de Lisboa. O resultado é que ao fim de uma década, o Oeste começa a afirmar-se com identidade própria no exterior. Mas ainda é vendido pelas agências de viagem como região de Lisboa. Se tiverem dúvidas, consultem o Plano Estratégico do Turismo de Lisboa.
http://www.tlx10.com.pt/

7- Porquê a marca Porto? Porque a marca "Norte" não serve. Existe em todos os países. Vender o Norte que fica num país do sul da europa. A verdade é que a marca Porto é a única marca conhecida da região, e a única com capacidade de implementação no curto prazo, e a única com capacidade agregadora, não no terreno, mas na mente do turista. E no marketing o que importa são as associações que o consumidor faz. Barcelona vale mais que Catalunha. Copenhaga vale mais que Hovestaden, Lyon mais do que Rhône. Certamente que terão regiões com muitas especificidade. Mas como turista, quero lá saber. Não iria a Hovestaden nem que me paguem.

8- Actualmente, as regiões de turismo tendem a promover, nos seus postos de turismo, a sua própria mini-região. A capacidade de cross selling da região é nula. Mas os turistas que querem conhecer o norte inteiro, querem recomendações do norte inteiro, e deverão regressar ao seu país com a sensação de que não viram tudo.

9- Na última vez que estive num posto de turismo, vi a recepcionista a recomendar a visita a Guimarães e Lamego. Não vejo o que ganha o Minho se as recomendações passarem a ser Vila Real e Lamego... Da mesma forma, o Minho não ganha em que as "press tours" (visitas guiadas pela região a jornalistas, patrocinadas pelas Regiões de Turismo de promoção externa) do Norte deixem de incluir o Minho. Nem o Norte ganha muito com isso.

10- O Norte precisa de um produto turístico coerente, homogéneo. A organização deve ter em conta que o turista não visita apenas o Porto e o Douro. Visita o Minho. Visita Aveiro. Visita Trás os Montes. Convém uma estratégia comum.

11- Os meus comentário não invalidam que deva existir uma estratégia para cada sub-região, e que as entidades privadas e municipais de cada região devam ter uma palavra a dizer na definição (e financiamento) dessa estratégia.

Pedro Menezes Simoes disse...

12- A existência de uma marca "chapéu" Porto, não deverá de forma alguma implicar a eliminação de uma sub-marca "Minho". Nem o Porto ganha algo com isso.

koolricky disse...

Nunca o Minho poderá tentar atrair turismo massivo através do Porto e do aeroporto Sá Carneiro enquanto que não houver ligações directas entre o Aeroporto e o Minho. Porque enquanto que os turistas ficarem a dormir no Porto vem a Braga ou a Guimarães ou a Ponte de Lima numa excursão, como vão à Régua, compram meia dúzia de garrafinhas do Vinho do Porto e à noite já estão outra vez no hotel... No Porto.

Pedro Menezes Simoes disse...

O que é uma ligação directa entre o aeroporto e o Minho? TGV? Não é isso que é necesssário.

É necessário ter conteúdos preparados para receber turistas e hotelaria de qualidade.

Braga não tem nenhum. Tem conteúdos impreparados, e não tem hotelaria. Há muito trabalho a fazer. Até porque há imenso potencial.

Sérgio Gonçalves disse...

Mas isso já falei aqui, é preciso haver investimentos no sector de turismo de luxo, no minho, á necessidade de hoteis de luxo e o minho tem sítios maravilhosos para o fazer, é preciso união dos empresários minhotos.
Sei que estão vários projectos feitos mas no terreno ainda não há nada.

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