
E de repente, o nosso 1º deixou se descair e falou de uma medida (a pensar nas eleições é certo) para aumentar o poder de compra dos portugueses, no próximo orçamento de estado, ora a associação das PME veio a publico dizer que se esse aumento se concretizasse, (…)a associação determinará junto dos seus associados a não renovação dos contratos a termo(…), pois, coitados dos senhores empresários, que querem que o pobre fique mais pobre, enquanto que eles querem ficar mais ricos á conta da exploração de muitos trabalhadores, os operários tem de abdicar do salário e contar os “trocos” todos os meses, enquanto que o patrãozinho não pode abdicar do seu “topo de gama” e das mordomias diárias, em prol do pobre que tem de esticar o dinheiro de cada vez que puxa da carteira, a corda acaba sempre por partir pelo lado mais fraco…
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