
João Braga, que há quatro anos começou a ajardinar as margens do rio Este junto à Ponte de São João, criou um cemitério de gatos no local, cada um com direito a campa individual. “Havia pessoas que atiravam gatos mortos para o rio, que tinham sido atropelados ou mesmo que morriam de causas naturais, e eu entendi que era melhor enterrá-los do que deixá-los aí a apodrecer ou a poluir as águas”, afirma, em jeito de explicação para tão inusual cemitério.As campas dos felinos ficam junto a um pequeno portal que montou na margem – do lado da Rua dos Barbosas na freguesia de S. Lázaro – para impedir a entrada de eventuais cidadãos “com jeito de vândalos” que queiram destruir o jardim, onde não faltam flores, cedros e plantas diversas, que cuida, com desvelo e a expensas próprias, em parceria com dois amigos – o Machado e o Martins – há alguns anos.“Isto aqui era só lixo e ratazanas! Como estamos reformados, resolvemos limpar o terreno, só de pedra tirámos duas toneladas, e fazer um jardim”, acentua, frisando que o cemitério de gatos surgiu na sequência dos trabalhos de jardinagem. in: o primeiro de janeiro; foto: google earth
1 comentário:
... há muito ...
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